Escapando de pedras


Alexz Johnson, esta nunca foi uma cantora conhecidíssima. Também nem tinha muito como ser.
Seu estilo é...bom, nem isso dá para "rotular". Tem gente que diz que é soft rock, tem gente que chama de um rock pop meio indie, e tem gente que simplesmente não liga para isso.
A verdade é que Alexz amadureceu com a sua música e trouxe a ela um toque tão pessoal que a simples ideia de "estilo" nem passa pela cabeça das pessoas que gostam, nem mesmo importa para ela mesma. 
Diferentemente do que a maioria das pessoas acham, Alexz não é estadunidense, sua cidade natal é Vancouver, Canadá. E ao contrário de artistas que começaram suas carreiras em episódios de Barney e seus amigos, Alexz teve seu papel inicial em "So Weird", um seriado que passou por anos na extinta Fox Kids por aqui pelo Brasil.
Nesta época ela cantava as músicas propostas pela produtora do programa, com um estilo mais fofinho e infanto-juvenil, com letras e ritmos mais dançantes e de fácil memorização.
Com o tempo "So Weird" ficou para trás, menos a amizade que Alexz fez com a cantora principal da série Mackenzie Philips, que foi uma das principais entusiastas para que ela continuasse na carreira artística.
Logo as músicas cantadas por Alexz passaram a ser autorais, de uma intimidade quase imoral. Sabemos dos seus pensamentos mais ocultos e seus medos mais primários. Talvez por isso, além de sua ótima atuação, ser Jude Harrison no hit canadense "Instant Star" não foi tão dificil para ela. Jude Harrison abriu muitas portas para Alexz, além de ter lhe dado a oportunidade de exercitar seu lado compositora (todas as músicas cantadas pela personagem eram escritas por Alexz juntamente com seu irmão), cantora (já que ela mesma interpretava as canções) e atriz.
Quando a série terminou, ela saiu com um contrato de gravadora (Epic) e muitas canções na bolsa.
Gravou canções belíssimas sob o selo da Epic, só que com alguns problemas internos que assolaram a gravadora, seu contrato foi quebrado, menos a cláusula que dizia respeito em relação ao que era gravado, que não seria mais de propriedade de Alexz.
Esta parte da história de Alexz me lembra o que aconteceu com Walt Disney, quando perdeu a patente de Oswald o Coelho para a Universal. E assim como Disney, Alexz conseguiu dar a volta por cima e lançou um cd por conta própria, com ajuda do seu irmão e um série de abafadores de som pregados nas paredes do porão de sua casa.
Voodoo foi um sucesso!
E mais do que relançar a carreira de Alexz, deu a ela a oportunidade de lançar o Voodoo Reloaded, com uma produção mais caprichosa e com aquela mistureba de estilos que são bem a cara dela. No Reloaded ela trouxe estilos africanos, eletrônicos e também disco, jazz e soft rock.
Mesmo assim, ela ainda leva a sua carreira de maneira própria, se recusando a passar pelo mesmo que passou na gravadora, gravando músicas em casa. Suas empreitadas são independentes e com uma ajuda massiva da internet, ela disponibiliza trechos de suas músicas gratuitamente no ITunes e também é ativa em ambos Facebook e Twitter; além de atualizar pessoalmente seus Blog e Site. Segundo o que ela postou em seu site, a internet foi a forma mais eficaz de divulgar o que ela faz e ainda por cima manter seus fãs sempre muito bem atualizados sobre novidades de sua carreira e sobre o que é relevante sobre em sua vida.
E para a internet apenas Alexz deu um presente aos seus fãs lançando uma coletânea chamada "The Basement Recordings", uma coletânea de músicas que marcaram a carreira de Alexz, desde Instant Star, até músicas exclusivas para o cd.
Recentemente Alexz tomou lugar nos TTs ao lançar a capa de seu novo EP, Skipping Stone. As músicas também estão disponíveis para ouvir no site oficial dela. Alexz diz que este EP é um gostinho da música que está produzindo agora que está morando em Nova York, e conclui dizendo que "I didn’t need the gimmick or the drama to be a singer. It was about how I sang." (Eu não precisava de artificios ou de drama para ser uma cantora. Tudo era sobre como eu cantava.) e depois de ter percebido isto, suas músicas amadureceram e ela teve a oportunidade de encarar as coisas de uma perspectiva privilegiada.
Para nós fica o aguardo de um cd com mais de 5 faixas e a deliciosa voz sincera de Alexz Johnson.



Links da Alexz:
Facebook / Twitter / Youtube / Blog / Site oficial / Projeto

ºoºsar 2012

The Walt Disney Company continua com o maior número de ganhos em Oscars desde a sua estreia. Além de querer continuar mantendo este recorde, a empresa também quer amplia-lo ainda mais. Este ano a companhia concorre 13 vezes em diferentes categorias e tem como carros chefes os filmes: "Muppets", "Cavalo de Guerra", "Histórias Cruzadas" e "Gigantes de Aço". (ressaltando que as duas últimas são apenas distribuidas pela Disney, através da Touchstone). Outra produção disneyana que merece destaque é o curta La Luna, é uma história delicada e bem engraçadinha feita pela companhia juntamente com a Pixa.

Dá uma olhadinha em um trecho.


A 84ª cerimônia de premiação do Oscar será no dia 26 de fevereiro.
Confira as categorias que têm filmes da Disney (em negrito)

Melhor Filme:
“A Árvore da Vida”
“A Invenção de Hugo Cabret”
Cavalo de Guerra
Histórias Cruzadas
“Meia-noite em Paris”
“O Artista”
“Os Descendentes”
“O Homem que mudou o Jogo”
“Tão Forte e Tão Perto”

Melhor Atriz:
Glenn Close (“Albert Nobbs”)
Meryl Streep (“A Dama de Ferro”)
Michelle Williams (“Sete dias com Marilyn”)
Rooney Mara (“Millennium: Os Homens que não amavam as Mulheres”)
Viola Davis (“Histórias Cruzadas”)

Melhor Atriz Coadjuvante:
Bérénice Bejo (“O Artista”)
Jessica Chastain (“Histórias Cruzadas”)
Janet McTeer (“Albert Nobbs”)
Melissa McCarthy (“Missão Madrinha de Casamento”)
Octavia Spencer (“Histórias Cruzadas”)

Melhor Trilha Sonora Original:
“A Invenção de Hugo Cabret” – Howard Shore
“As Aventura de Tintim” – John Williams
“O Artista” – Ludovic Bource
“Cavalo de Guerra” – John Williams
“O espião que sabia demais” – Alberto Iglesias

Melhor Canção Original:
“Man or Muppet” (“Os Muppets”)
“Real in Rio” (“Rio”)

Melhor Direção de Arte:
“A Invenção de Hugo Cabret”
Cavalo de Guerra
“Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2″
“Meia-noite em Paris”
“O Artista”

Melhor Fotografia:
“A invenção de Hugo Cabret”
“A Árvore da vida”
Cavalo de Guerra
“Millenium: Os Homens que não amavam as Mulheres”
“O Artista”

Melhor Curta-Metragem Animado:
“Dimanche”
“The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore”
La Luna
“A Morning Stroll”
“Wild Life”

Melhor Edição de Som:
“Drive”
“Millennium: Os Homens que não amavam as Mulheres”
“A invenção de Hugo Cabret”
“Transformers: O Lado Oculto da Lua”
Cavalo de Guerra

Melhor Mixagem de Som:
“A invenção de Hugo Cabret”
Cavalo de Guerra
“Millenium: Os Homens que não amavam as Mulheres”
“O Homem que mudou o Jogo”
“Transformers: O Lado Oculto da Lua”

Melhores Efeitos Visuais:
“Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2″
“A invenção de Hugo Cabret”
Gigantes de Aço
“Planeta do macacos – A Origem”
“Transformers: O Lado Oculto da Lua”

Vilões Disneyanos


Fonte

Poucas pessoas dão créditos a eles, muito menos ainda gostam deles por acharem que são maus. E são maus! Mas sem eles as histórias não fariam sentido e muito menos teriam a emoção que acabam ganhando.
Os vilões são personagens construídos com características opostas ao mocinho da história. Normalmente têm o ego inflado, são egoístas, mesquinhos, maldosos, não medem esforços para ter o que querem e não gostam de perder (na verdade quem gosta, né?!).
Vilões são aqueles personagens criados, bascimanete, para se dar mal, já que é necessário se manter aquela postura de "aqui se faz, aqui se paga" nas histórias, e quando falamos de histórias infantis, isto é ainda mais importante, já que estas influenciam diretamente no desenvolvimento das crianças (segundo Bettelhein em A Psicanálise dos Contos de Fadas).
Estes personagens ajudam a montar a história e também a fazer com que sempre nos peguemos considerando o bom e o ruim. Talvez sejam os personagens mais próximos a nossa realidade, uma vez que dão conta de explicar pra gente que todos temos um lado ruim, no entanto cada pessoa faz o que se sente melhor, sem esquecer que para cada ação, existe uma consequência.
Durante a minha infância, os vilões dos desenhos animados (leia-se Disney) foram as minhas maiores referências de malvadeza e de vilania, mas até então eu não enxergava a importância de sua existência para o desenvolvimento das tramas, até que pensei nas histórias clássicas sem estes personagens.
Bom, sem os vilões não teriamos um bom enredo. Esta é a verdade. E mais ainda, existe um trabalho sujo a ser feito, e alguém precisa fazê-lo; para isso que temos estes vilões tão "engraçadinhos".
Depois que parei para pensar sobre suas personalidades e também importância, percebi que no fundo, no fundo, sou muito fã destes personagens. Gosto de como são construídos e principalmente, acho genial suas punições, uma vez que (principalmente) a Disney não apoia homicídios e nem qualquer tipo de violência causada por vingança.
Caçando um pouco mais sobre a história desses vilões, encontrei um blog dedicado a eles. Se chama Disney Villains e é bem divertido de vasculhar.
Blog Disney Villains

Paradoxo Romântico

Falar de amor no cinema é a mesma coisa que falar de amor em romances e poemas: esperado.
Desvendar este sentimento que para a maioria das pessoas continuar sendo inexplicável requer muito mais do que uma simples interpretação de uma estranha conexão entre duas pessoas que se intensifica ao longo da história, simplesmente por que é para acontecer.
Para entendermos o amor ou mesmo sentimos que existe um amor ali naquela história, precisamos sentir que a conexão entre eles é enriquecida com detalhes, com pequenos gestos, com a sedução e com o encanto sendo cultivado, por que é assim que nos entendemos com estes personagens. É assim que nos enxergamos nestas histórias.
Filmes que falam de amor de maneira mais real, são aqueles que conseguem atingir a essência do que as pessoas de fora da tela em suas vidas "chatas" e "comuns" vivem em suas vidas amorosas. Encontros, cortejos, seduções, corações quebrados, expectativas, frio na barriga, vontade de estar próximo e principalmente a chata e cruel rotina.
Esta semana tomei coragem para alugar um filme que tinha certeza que ia me fazer chorar, justamente pelo nome do mesmo "Antes do amanhecer". Aluguei (acho que ainda sou uma das únicas pessoas no mundo que ainda alugam filmes ao invés de baixar) e me deparei com esta espécie de obra de arte cinematográfica.
Não, o filme não tem uma história incrível. Na verdade parecia que seria mais um daqueles filmes em que jovens apaixonam-se perdidamente e simplesmente PRECISAM ficar juntos, mas fui surpreendida com uma série de pequenos detalhes e sentimentos que vão surgindo ao longo do mesmo, que o começo parece apenas um pequeno borrão de algo que parecia ser comum.
A história gira em torno do encontro de Jesse e Celine. Os dois personagens se encontram em um trem rumo a Paris com uma parada em Viena, onde Jesse deve descer para pegar um avião e voltar para os EUA. Celine está voltando para Paris, onde estuda Ciências Políticas em Sorbonne.
Os dois personagens são obviamente idealistas, sedutores e muito sonhadores, porem possuem aquele paradoxo pós-moderno de serem também bastante céticos e realistas. De cara eles se dão bem e Jesse convida Celine para passarem um dia em Viena, antes que cada um tenha que tomar seu rumo.
A partir daí a história se desenrola de maneira inteligente e nem um pouco surreal. Os dois passeiam pela cidade trocando diálogos extremamente longos de uma tomada só -o que nos faz admirar a ligação que os dois atores criaram no filme. -e por mais céticos que sejamos, nos encantamos e aprendemos a conhecer cada pequeno detalhe da vida destes dois jovens amantes.
A beleza do filme está aí, nesta coisa que parece ser esquecida ou deixada de lado nestes blockbusters superproduzidos em que milhões são gastos em uma explosão. A beleza deste filme está no Roteiro!
Seus diálogos são os pontos mais importantes da história, uma vez que são neste momentos que temos uma idéia de quem são Jesse e Celine, e como eles conseguiram se apaixonar um pelo outro. Seus sonhos, crenças, desejos, ânsias e expectativas são desenhados para nós de forma que nos sentimos personagens desta história, velhos amigos destes dois e mais ainda; nos identificamos com eles.
Somos mesmo estes seres paradoxais que conseguem cair de amores e suspirar por aquele que amamos, ao mesmo tempo em que vivemos no dia-a-dia, em que a rotina se impõe, as pessoas mudam e os amores podem esmorecer...e o encantamento maior do filme talvez more, justamente neste romantismo-realista e bem dosado.
"Antes do Amanhecer" é um daqueles filmes tão sutis que somente com o roteiro que possue não ultrapassou a fina linha entre o emocionante e o clichê.
Ao final do filme eles se despedem sem trocar qualquer contato, mas com a promessa de se econtrarem naquela mesma plataforma em seis meses. O final em aberto é como se fosse um teste (como descobrimos na sequência "Antes do entardecer"), "os românticos acreditam que eles se reencontram, mas os céticos acreditam que nada aconteceu. E claro, existe aqueles até hoje com dúvidas".
Mas esta dúvida pode muito bem ser tirada. Assistindo a continuação em seguida...

Mais sobre o filme: Cinema em debate

Mickey

Hoje fazem 80 anos que Mickey Mouse foi patenteado e publicado de verdade. Hoje Mickey tem um visual mais moderno do que aquele ratinho de Steamboat Willie. Seus desenhos são em tecnologia digital e obviamente seu dublador não é mais Walt D...isney, mas tem algo intríseco em sua essência que faz com que Mickey continue sendo amado. Mickey é bom, é honesto, generoso, um pouco atrapalhado, mas definitivamente é um otimista. Seu otimismo é a sua marca registrada, juntamente com a sua fala tão conhecida: “Oh boy!”.

Imortalidade é um clichê

Se 300 deu um tom de guerra super bem produzida aos filmes épicos, Os Imortais não deu tom de nada na grande tela.A história parece uma Ode a torturas sanguinolentas, guerras exageradas e deuses carnavalescos com armaduras que mais pareciam uma releitura dos cavaleiros de ouro do "Cavaleiros do Zodiáco". O exagero parecer ser o elemento principal da trama, que mistura Guerra de Titãs com 300 em uma história que tem um roteiro clichê e previsível de mais.
Mas vamos à história:

Antes do tempo começar na Terra para os homens e animais, havia o Paraíso. E numa guerra sangrenta, os vencedores se clamaram deuses e os que perderam foram banidos para o monte tártaro, os Titãs.
O arco de Épiro foi perdido, a arma mais mortal de todas, e por muito tempo a grande guerra foi esquecida até que o Mal
ressurgiria na figura do Rei Hipérion (Mickey Rourke) em busca dessa mesma arma para libertar os Titãs e libertar o inferno na Terra. Ele simplesmente passou a desdenhar os deuses do Olímpo quando mulher e filha lhe foram tomadas e mortas, e nessa frustração (verdade seja dita) quer o fim da era da fé humana nas preces.
Com essa premissa básica, o cerne entre o bem e o mal, que Os Imortais tece a trama que brinda um visual arquitetônico e de indumentárias dignas de escola de samba que faria Clóvis Bornay, Joãozinho Trinta ou Mauro Quintaes encherem os olhos de felicidade.
Teseu (Henry Cavill) é o típico camponês, embora altamente treinado nas artes de luta, lidando com situações extraordinários graças à invasão de Hipérion. Com a mãe morta pelas mãos do sádico déspota interpretado por Rourke, Teseu transforma-se num lendário guerreiro. Fonte: Nerdrops


Sem muito o que esperar da história, e sem muito para onde correr nos diálogos, as sequências de luta acabam tomando conta de todo o enredo, deixando de lado momentos que poderiam ser melhor trabalhados, como a história de Hipérion. Em certo momento Hipérion revela que veio de uma origem camponesa e que se tornou rei. Como isto aconteceu? Não sei se todos os espectadores tiveram a mesma impressão que eu tive, mas os personagens não foram apresentados para nós e sim jogados como se fossem velhos conhecidos, desta forma as 2h de filme que se seguiram foram de total foco nas batalhas.
Até mesmo a relação amorosa entre a Oráculo Kendra e o bravo Teseu foi colocada de lado. A única cena que eles compartilham é a que moça decide não ter mais visões, então deita-se com o guerreiro para perder a virgindade. Depois disto não se pode dizer que eles estão (ou já estiveram juntos), uma vez que nem toques e nem trocas de olhares o casal tem.
A tortura também marcou presença, de forma que personagens eram mortos sem grandes motivos e a equipe de maquiagem artística teve muito trabalho para tanto olho roxo, cortes profundos e sangue por todos os lados. Híperion, apesar de sua dor inerente, continua sendo um vilão à lá Modernismo, em que nenhuma gota de seu sangre passa bondade. Ele, em sua essencia é mal.
Os Deuses...o que falar deles?! A questão filosófica sobre a sua existência é apresentada, mas não é bem trabalhada. Tirando as personagens fervorozas e fiéis, os outros não apresentam qualquer característica de crença divina. Mas eles estão lá. A perfeita visão dos super humanos.
Eles podem se transfigurar em humanos e caminhar entre eles na terra, bem como podem tocar as vidas dos mesmos, desde que nao interfiram no livre-arbítrio. Quem quebra esta regra está sujeito a ser morto (já que apenas imortais podem matar imortais).
Entre eles somos apresentados apenas a Zeus, Atena, Ares e Poseidon, sendo que estes dois últimos são personagens essencialmente secundários e praticamente irreconhecíveis, uma vez que suas fantasias não deixam claro de quem está sendo apresentado.
Apesar da presença de atores relativamente bons e de uma plástica visual incrível, digna de filmão, não tem muito do que se esperar de filmes sem um roteiro realmente bem escrito, a não ser uma continuação forçada e ainda mais porrada em slow motion.
Mais um daqueles filmes que não vale a pena ver no cinema.