The solid mask


E desde criança eu desenvolvir a técnica de me fechar.
De nao contar para ninguem como me sentia.
De chorar em silência no quarto e dizer para mim mesma que "tudo ia ficar bem!".
Recentemente eu aprendi a otra coisa boa em ter um carro! De poder gritar o quanto quiser e chorar até o peito nao aguentar mais.
Sempre achei que estando um passo a frente de todo mundo eu nao m machucaria, mas acotnece que parece que quanto mais eu grito, mas eu tenho que ficar quieta. E quanto mais eu vou para frente, mais eu recuo e me recuso.
Escrever é uma das coisas que me faz sentir aliviada, ou pelo menos ano tão sufocada. Por que mesmo que ninguem leia, eu sempre vou poder rever como me sentia.
Outra coisa bem interessante tambem vem com essa sensação de vazio: a máscara fixa. Qua nao se desfaz em nenhum momento e por causa disso, ninguem é capaz de dizer queando voce está se sentindo miserável.
Acho que perdi tempo de mais criando essa mascara que ficou perfeita de mais! Ninguem acredita que eu possa precisar de um ombro, pois eu sempre fui quem ofereceu o ombro, o que até certo modo eu até prefiro que seja assim, afinal nao quero ser fraca, nao quero ser quebrável, vulnerável. No entanto nem mesmo os meus amigos mais antigos se percebem desse momento de fraqueza que acontece de vez em quando comigo.
E assim mesmo, quando eu me percebo, choro o quanto posso. Minha alma sai lavada, meu ser calmo e eu posso, enfim continuar dando um passo a frente, um passo a frente de tudo e de todos.

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